A qualificação de profissionais
da saúde em Açailândia voltou ao radar das ações recentes envolvendo o
município. Equipes da UPA e do Hospital Regional participaram de capacitações
promovidas pelo Governo do Estado, com foco na melhoria do atendimento e na
segurança do paciente.
A movimentação, embora executada
pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), ocorre dentro de um cenário em que a
gestão municipal, liderada pelo prefeito Dr. Benjamin, tem buscado ampliar o
diálogo institucional e garantir que estruturas locais sejam incluídas nas
agendas de formação e investimento.
As capacitações envolveram também
profissionais do Hospital da Região Tocantina Dr. Carlos Gomes Amorim (HRT), em
Imperatriz, além do Hospital Regional de Açailândia e da própria UPA do município.
Entre os temas abordados
estiveram protocolos de segurança do paciente, prevenção de quedas, lesão por
pressão, higienização das mãos e atendimento em emergências pediátricas, pontos
considerados críticos dentro da rotina hospitalar.
Segundo o diretor do HRT, Luís
Fernando Amorim Ramos, o investimento na qualificação contínua contribui
diretamente para a aplicação correta dos protocolos e para o fortalecimento da
assistência prestada.
Na prática, profissionais que
atuam na linha de frente destacam que esse tipo de capacitação impacta
diretamente o dia a dia das unidades. A técnica de enfermagem Neziane Mendes
avaliou que os treinamentos ajudam a aumentar a segurança no atendimento e
atualizam procedimentos essenciais.
Já a médica intensivista pediátrica
Lélia Fernanda Machado Braga reforçou que, no caso do atendimento infantil, a
atualização constante é decisiva, principalmente em situações de emergência,
onde o tempo e a precisão das decisões fazem diferença.
A iniciativa também contou com a
atuação do Núcleo de Segurança do Paciente, com treinamentos voltados à
prevenção de riscos, conduzidos por profissionais como a enfermeira Taylena
Holanda.
Mais que capacitação, movimento
político-administrativo
Apesar de ser uma ação técnica, a
capacitação também revela um movimento maior: a tentativa de alinhar Estado e
município em pautas estratégicas da saúde pública.
Nos bastidores, esse tipo de
articulação costuma pesar na distribuição de recursos, melhorias estruturais e
ampliação de serviços, o que coloca a gestão municipal como peça importante
nesse processo.
